Precursores do Espiritismo

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terça-feira, 15 de novembro de 2011

TEMA: IMORTALIDADE, REENCARNAÇÃO.- 1 ( CRIANÇAS DE 4 A 8 ANOS)

TEMA:  IMORTALIDADE, REENCARNAÇÃO.
OBJETIVOS:
- Reconhecer que a individualidade sobrevive à morte.
 
- Identificar a vivência do amor na Terra como condição para a felicidade espiritual.
1. ATIVIDADE DINÂMICA
Material: Tiras de papel crepom nas cores básicas(azul, amarelo e vermelho), uma tira para cada criança. Com esse material podemos realizar as atividades.
1.1- Dança das cores:Riscar, no pátio, círculos nas cores do papel crepom. As crianças começam a dançar livremente ao som de uma música, movimentando as tiras de papel. Ao interromper a música, as crianças correm para dentro do círculo da cor da sua tira de papel.
1.2- Seqüência de cores:Colocar em fila três crianças com tiras de cores diferentes. Dado um sinal combinado, as outras crianças rapidamente organizam-se em fila, repetindo a mesma seqüência de cores.
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
3.1- Colocar no centro da rodinha um vaso de planta florida.
3.2- Pedir a duas crianças que recortem em papel colorido e pelo traçado (feito anteriormente) duas flores. Se as crianças tiverem condições, as flores podem ser feitas através de dobraduras. Prender as flores numa haste e colocá-la em outro vasinho com terra. Pedir que as crianças observem os dois vasinhos.
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Afirmar em relação à flor natural:
– Esta planta verdadeira faz parte da Natureza, que Deus criou. Esta planta nasceu, cresceu, deu flores porque ela tem vida. A vida vem de Deus.
4.2- Afirmar em relação às flores artificiais:
– Estas flores são coloridas, bonitas, mas não têm vida. Elas não podem crescer, nem fazer nascer novas flores. Nós podemos fazer flores de papel parecidas com as naturais, mas não podemos dar vida, porque só Deus dá a vida.
4.3- Narrar: as rosas irmãs
4.4- Avaliar a compreensão da história. Levar a concluir que as “formas” podem morrer, mas a vida não acaba, continuando em novas formas. Afirmar: A vida é linda! Ela vem de Deus.
4.5- Apresentar os seguintes conceitos:
Ü Cada um que vive neste mundo tem um corpo, que nós vemos, e um espírito, que nós não vemos. Eles vivem bem juntinhos (Utilizar duas silhuetas, mostrando as figuras separadas e depois superpondo-as).
Ü Porque temos vida, podemos crescer, comer, correr, trabalhar...
Mas um dia, o corpo vai “morrer”, o corpo não vai mais ter vida(retirar a figura que corresponde ao corpo).
Ü E aquela vida vai continuar no Espírito que vai viver em outro lugar (mostrar figura correspondente).
Ü Cada boa ação que a pessoa fez quando viveu na Terra é uma luz que vai brilhar no espírito(colocar os “pontos de luz” usando rolinhos de durex).
Ü O “eu-luz” pode brilhar muito ou pouco. Quanto mais boas ações, mais brilha.
Ü Quanto o Espírito brilha muito, quer dizer bom e feliz.
5- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Prender no mural um grande coração.
Modo de fazer: Cortar dois corações iguais em cartolina branca. Um servirá de fundo. O outro será colado ao fundo só pelas bordas, deixando livre a parte superior, onde serão introduzidos os desenhos.
5.2-Colocar numa caixinha vários “pontos de luz” (recortes em papel alumínio na forma de pequenas chamas) colocando uma chama recortada em papel laminado. Cada criança diz uma boa ação e cola um “ponto de luz” no coração
5.3- Ao final dizer que assim deve ser o “eu-luz” de cada criança: sempre brilhando muito pelas boas ações, pelo amor que cada um deve ter no coração.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL / PRECE
6.1- Fazer relaxamento da forma habitual.
6.2- Meditar:
O amor que sinto faz brilhar o meu “eu-luz”.
7- AUTO-AVALIAÇÃO

AS ROSAS IRMÃS


Fig. 1- Era uma vez uma roseira.
Apenas uma roseira, no meio de tantas no roseiral.
Mas era uma roseira diferente!...
Seus galhos eram mais fortes e as flores nasciam tão juntinhas como se quisessem estar bem próximas para ajudarem umas às outras...
No galho mais alto vivia a rosa maior. Tinha nascido um pouco antes das outras. Quando as flores daquela roseira conversavam, era ela quem mais sabia e quem dava os melhores conselhos.
Era mesmo a irmã mais velha das rosas, sempre ocupada em ajudar as irmãzinhas mais novas.
Todos que a viam achavam que era ela a mais bonita e perfumada. Talvez por ser tão boa...
E as rosas sentiam orgulho daquela irmã tão boa, tão bonita e que sabia tudo.

Fig. 2- Quando as flores reclamavam do calor do sol do meio-dia, a Rosa Irmã-mais-Velha falava calmamente:
– Aprendam a esperar um pouco porque bem depressa a brisa suave chegará para nos refrescar...

Fig. 3- Quando chegavam as noites muito frias, as flores tremiam geladas e curvavam-se, tanto quanto podiam, para a Rosa Irmã-mais-Velha, como a pedir proteção.
Ela falava baixinho, aconchegando as irmãzinhas:
– Tenham paciência. Bem depressa chegará a manhã e o calor do sol nos aquecerá...
E assim sempre acontecia.

Fig. 4- Certo dia, o dono do roseiral chegou com uma grande tesoura. Com ele vinha um alegre casal. E o dono do roseiral foi cortando uma, duas, três e muitas rosas.
– Por que isso? - perguntaram, aflitas, as rosas.
– Vocês não ouviram a conversa? As flores vão enfeitar a festa de casamento do casal.
– E está certo cortar-nos? perguntou uma rosinha bem nova.
– Sim. Esta é a razão de nós existirmos. – respondeu a Rosa Irmã-mais-Velha.
– Não entendi.
– Pois saiba que cada um aqui na Terra nasceu com uma finalidade. Nós, as flores, nascemos para embelezar e alegrar. E devemos ficar contentes por tornar mais bonita uma festa de casamento.
E a rosinha entendeu bem que todos nasceram com um propósito de fazer alguma coisa de belo e bom. Todos: as pessoas, os animais e até as plantas. Ela agora já sabia para que tinha nascido, já conhecia a sua razão de viver no mundo.
Um dia a Rosa Irmã-mais-Velha acordou diferente. Suas pétalas estavam ficando sem brilho e um pouco enrugadas. “Será que ela está doente?” - pensaram as irmãs.
Os dias se passaram e ela foi ficando cada vez mais murcha. A rosinha mais nova, preocupada, perguntou:
– O que está acontecendo com você?
– Está chegando o momento de mudar.
– Como? Vai deixar-nos?
– Vou para outro lugar. Vou morrer, como dizem. Eu não mais serei esta flor. Não estarei mais com vocês. Mas minha vida não se acabará porque eu irei ajudar outras vidas a nascer...
A rosinha mais nova não entendeu muito bem mas ficou pensando...

Fig. 5- Alguns dias depois, numa noite de chuva, as rosas despertaram com um leve barulhinho. Era a Rosa Irmã-mais-Velha que se soltava do galho mais alto da roseira. Ao cair no chão, suas pétalas bem velhinhas se espalharam, misturaram-se com a terra e a chuva e ali ficaram.

Fig. 6- Algum tempo depois, quando a roseira parecia com mais vida, surgiu num dos galhos um lindo botãozinho de rosa...
E todas as rosas compreenderam que a vida nunca se acaba... Surge sempre em nova forma.

Ilustração : As rosas irmãs

 Fig. 1


 Fig. 2



 Fig.3


 Fig.4


 Fig. 5


Fig. 6




quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Narrações

Gravação dramatizada
É a utilização de recursos de rádio-teatro como meio de apresentar histórias. Gravar em fita de áudio uma história, lenda, fábula, conto, dramatizando-a, é um recurso interessante pois podemos usar:
ü  diálogos entre os personagens
ü   narrações
ü   efeitos sonoros
ü   músicas
Diálogos
O diálogo é a parte mais importante porque a trama se desenvolve na fala dos personagens. Em algumas histórias predomina a narração e, tanto quanto possível, devemos transformá-la em diálogos, o que prenderá mais a atenção dos ouvintes.
Ao escrever os diálogos devemos usar frases diretas e curtas, imaginar as intenções, os movimentos e expressões dos personagens.
Narrações
A narração mostra elementos da história que não podem ser dramatizados:
ü   descrição dos ambientes onde acontecem os fatos;
ü   relatos do passado que nos ajudam a entender os aconte-cimentos do presente;
ü   relatos sintéticos para evitar aumentar desnecessariamente a história;
ü   a passagem de uma cena para outra.
O narrador não deve:
ü  antecipar o que vai acontecer;
ü  descrever as emoções dos personagens, o que será expresso pelos diálogos, pela música, pelos efeitos de som;
ü  dar lição de moral ao final da história.
Efeitos sonoros
Devem ser sugeridos pela própria narração, para dar-lhe mais realismo, ou mesmo substituir trechos. Os efeitos sonoros podem ser encontrados em fitas e discos, mas podemos produzi-los, como, por exemplo:
chuva - batida ritmada das pontas das unhas numa mesa, ou despejar lentamente arroz sobre lata ou, ainda, amassar papel celofanecavalo - batida ritmada de cocosventania - sacudir papeltrovoada - sacudir folha fina de zinco.
Outros sons podem ser gravados diretamente onde são produzidos: passos, buzinas, vozes, batidas de máquina, ondas do mar etc. Os efeitos sonoros são a linguagem da natureza.
Música
A música deve ser usada nas gravações dramatizadas  para ressaltar os momentos de maior emoção ou substituir parte da narração que descreva essas emoções. À medida que elas se tornam mais intensas, a música deve tornar-se mais forte, transmitindo a emoção.
Nas gravações a música pode ser utilizada, principalmente, como cortina e como fundo.
As cortinas musicais são frases musicais, geralmente de curta duração, usadas para separar cenas, ou no início e término de narrações ou diálogos.
O fundo musical acompanha os diálogos ou a narração e são usados para criar mais emoções ou suspense nos momentos decisivos da história

ARMADILHA

Objetivos:
· Evidenciar problemas e dificuldades a serem trabalhados.
· Favorecer a participação de todo o grupo.

Material:
· tabuleiro para o jogo dividido em quadros, em fileiras sinuosas ou quebradas. Alguns quadrados terão indicação de avançar ou  recuar e outros terão um sinal de “armadilha”.
· dado.
· fichas com perguntas.

Etapas:

· Formam-se equipes  de duas pessoas para elaborarem as perguntas que ajudem a discutir os problemas, escrevendo-as em fichas.
· Cada participante joga na sua vez, avançando com os pontos dos dados jogados. Caindo numa “armadilha”, apanha um cartão com uma pergunta.
· Esse jogador responde à pergunta, podendo os outros opinar, concordando ou não.
· Ao final, as equipes que formularam as perguntas fazem um resumo do que foi dito de mais importante sobre cada assunto.

Exercícios preliminares com as crianças (cont)

Com as crianças maiores já podemos sugerir uma imagem com mais elementos:
“Vamos sentar corretamente, fechar os olhos, ficar tranqüilos e  relaxados. Agora, respirem sentindo o ar entrar devagarinho pelo nariz... o ar saindo... entrando... saindo bem devagar. Prestem atenção só à respiração. Vamos imaginar que estamos sentados numa grama verde e macia, na sombra  de uma grande árvore... estamos cercados de flores perfumadas. Lá do alto descem muitos raios de luz, que trazem saúde e paz... Cada raio de luz entra por nossas cabeças e espalha-se por todo o nosso corpo... Você se sente muito bem... muito feliz... com muita paz. Você guarda essa luz de saúde e paz. Agora, volte com seu pensamento à nossa sala. Abra devagar os olhos”.
De preferência usar música instrumental suave como fundo musical.
Ao término da experiência,  estimular as crianças, cada uma por sua vez, a expressar o que sentiram.
Observações importantes:
· O momento de harmonização não deve ultrapassar cinco minutos e bem menor tempo com as crianças.
· Deve-se observar cuidadosamente as reações dos participantes às imagens mentais sugeridas como, por exemplo, “sentir-se no alto de uma montanha” pois podemos esbarrar em traumas passados, desta ou de outras existências, os quais podem gerar profundas angústias. Observando-se qualquer inquietação, chamar com serenidade o participante, tocá-lo suavemente, perguntar se prefere fazer a experiência em outro momento. Nesses casos é se preferível que cada um possa criar, na tela mental, a paisagem que lhe é mais tranqüilizadora.
· E` importante que a harmonização não seja um momento forçado, mas natural, prazeroso.
· A prece, que deve ser breve, quando feita após a visualização, alcança níveis mais profundos do Ser . Acreditamos ser esse o momento ideal. Da mesma forma as afirmativas de bem estar e paz.
· Nos grupos com freqüência diária na UPI, esse exercício pode ser feito sempre à mesma hora (inicio do dia, na rodinha, ou depois do repouso, no início das atividades da tarde), o que favorecerá o condicionamento.
" A vida foi-nos dada como um quadro a desenhar. Dentro do nosso livre-arbítrio podemos deixar o quadro em branco pela futilidade dos nossos atos. Podemos ainda, produzir um quadro mau ou somente medíocre, como podemos imprimir-lhe uma obra-prima de graça e beleza. "
Paul Gibier (“Análise das Coisas” - FEB)

sábado, 5 de novembro de 2011

O JULGAMENTO



Objetivos:
· Refletir sobre um tema ou situação de conflito. · Conhecer diferentes aspectos e opiniões sobre o tema, desenvolvendo o discernimento. · Desenvolver a capacidade de argumentar.
Etapas:
· Submeter ao grupo a discussão de um problema através de julgamento. · Nomear três pessoas que servirão de jurados. · Dividir o resto do grupo em dois: de acusação e de defesa. · Os acusadores discutem as razões contrárias que apresentarão aos jurados. · Os defensores discutem as razões a favor que apresentarão aos jurados.
· Um representante de cada grupo expõe as razões, em tempo breve. · Os jurados reúnem-se e opinam com base no que foi apresentado. · Suspende-se a sessão, deixando de haveracusadores e defensores.

Exercícios preliminares com as crianças

Quando trabalhamos com crianças pequenas precisamos primeiro prepará-las com exercícios de quietude e silêncio, que só poderão ser obtidos se houver o acordo de todos. O treino, então, precisa ser feito em situação lúdica para tornar-se um desafio. Podemos usar alguns exercícios montessorianos:
Ü Com todos em silêncio, murmurar o nome de duas crianças que, sem ruído, trocam de lugar enquanto os outros permanecem imóveis.
Ü Correr de um lado para outro na ponta dos pés, sem qualquer barulho, primeiro individualmente, depois em pequenos grupos e, em seguida, todo o grupo.
Ü Trocar de lugar cadeiras dispostas em círculo.
Ü Brincadeiras em que a criança “congela” o movimento, (por exemplo: Estátua; dançar parando onde está quando a música é suspensa).
Após essa preparação iniciar os exercícios de visualização:

•Mostrar um objeto ou uma figura de um só elemento e pedir que as crianças fechem os olhos e pensem firmemente no que viram. Exemplos: uma vela acesa, uma flor, uma árvore frondosa.
•Criar essa imagem mental, acrescentando detalhes, como:
- sentir o perfume da flor;- ver galhos das árvores balançando ao vento;- acompanhar o percurso de uma folha ao vento.
•Criar imagens mentais com mais de um elemento e com movimento, como:
- borboletas voando sobre flores; aos poucos vão pousando e tudo se aquieta.- um mar calmo e bonito formando pequenas ondas; ouvir o barulho do mar.

INTERROGATÓRIO



A técnica do interrogatório é usado para diversos fins:
- analisar o que o participante sabe ou pensa sobre um assunto;
- instigar a curiosidade para iniciar uma exposição;
- estimular a reflexão de forma que o participante mobilize suas experiências anteriores e chegue às próprias conclusões.
- relembrar as etapas de uma história narrada;
- destacar causas e conseqüências;
- avaliar compreensão de um assunto;
- promover feedback.

Não devemos usar, com freqüência, perguntas para avaliar conteúdos informativos, pois não é objetivo principal do nosso trabalho.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

AS PARÁBOLAS DE JESUS - O Bom Samaritano


Principio da lição: Deus deseja que demonstremos amor prático a todas as pessoas.

Base bíblica: Lucas 10:25-37

Texto chave: "Assim como eu os amei, amem também uns aos outros” João 13:34b

Objetivos educativos: Ao final da lição as crianças poderão:
·SABER que Jesus deseja que sejamos bondosos para com todos, não importa quem seja .
·Saber que fazer o bem alegra o coração de Deus
·Demonstrar amor prático a alguém.

Material:
·Uma copia com os dois rostinhos para cada criança (Figura 1 do quebra-gelo) para o quebra-gelo.
·Palitos de picolé ou outros pauzinhos para pregar os rostinhos do quebra-gelo.
·Uma copia para cada criança da folha para a atividade final (o cartãozinho com o coração)
·Uma copia dos desenhos recortados para contar a parábola.

Quebra-gelo:
Rostinhos dos moldes em anexo – 
Figura 1- Prepare círculos com um rostinho alegre de um lado e um rostinho triste do outro para cada criança, (presos por palitos de picolé ou outro pauzinho). As crianças serão orientadas para levantarem o rostinho alegre sempre que um personagem fizer a escolha certa e o rostinho triste sempre que um personagem fizer uma escolha errada. O líder que contará a história também deverá ter um modelo em sua mão.

Iniciar o tema:

Hoje temos uma linda história para contar,  é uma parábola. 
Alguém sabe o que é uma parábola?
 (Explicar o que significa a palavra parábola e porque Jesus se utilizava delas para ensinar ao povo.
Parábolas são as histórias que Jesus contava, cuja finalidade era transmitir verdades de uma maneira fácil de ser compreendida. Jesus as utilizava para facilitar a compreensão dos ouvintes. Através delas eram ditas verdades, que de outra maneira não seriam escutadas nem entendidas pelas pessoas da época. São contados fatos simbólicos e feitas comparações com acontecimentos da vida cotidiana; é o próprio ouvinte que tira dela uma conclusão. Este método comparativo facilita a compreensão das coisas espirituais.)

 O Bom Samaritano


Um dia um homem, um professor da lei perguntou a Jesus:
-Qual é a lei mais importante?
Jesus respondeu: Você já sabe!
-Sim respondeu o professor!. “Devemos amar a Deus de todo coração e ao nosso próximo como a
nós mesmos” Mas… quem é o meu próximo? –Perguntou o professor.
Então Jesus contou esta parábola para explicaro ao professor quem era o seu próximo:
Um homem de Israel (um judeu) estava descendo de Jerusalém para Jericó. Tal vez fosse a trabalho,
ou para comprar alguma coisa porque levava dinheiro com ele. 

( Evangelizador,  pegue a cidade de Jericó – Figura 2- e pregue na parede do lado esquerdo, e no outro extremo pregue Jerusalém – Figura 3-,no meio coloque o viajante –figura 4)

Este trajeto era muitas vezes perigoso porque era um lugar desértico. Havia alguns ladrões
escondidos esperando o primeiro viajante que atravessa-se para roubar os seus pertences. 

(neste momento, o evangelizador ergue o rostinho triste e todas as crianças deverão imitá-lo). 

Quando o viajante atravessava tranquilamente, os ladrões o assaltaram, tiraram sua roupa, bateram nele e o deixaram quase morto. (Figura 5 e 6) (e troca o viajante em pé pelo que esta no chão figura 7)

Que coisa feia eles fizeram , não é mesmo? (O evangelizador ergue novamente o rostinho triste )

Acontece que um sacerdote  estava descendo por aquele mesmo caminho. (Figura 8) 
Quando viu o homem, tratou de passar pelo outro lado da estrada. Este também não fez a escolha certa! (erguer o rostinho triste).
Também um levita  passou por ali. Olhou e também foi embora pelo outro lado da estrada. Este também não havia aprendido a amar o seu próximo (Figura 9)
(mostrar o rostinho triste).

Mas, um samaritano (Figura 10) (Os judeus não gostavam dos samaritanos e eram tidos por inimigos de
Israel) que estava viajando por aquele caminho chegou até ali. Quando viu o homem, ficou com muita compaixão, que significa amor, significa que ele se colocou no lugar deste homem. 
Ele pensou, “isso poderia ter acontecido comigo ou com um familiar, vou ajudá-lo” Isso é compaixão (erguer o rostinho alegre).

Chegou perto do homem ferido, limpou os seus ferimentos com azeite e vinho e em seguida os enfaixou. Depois disso, o samaritano colocou-o no seu próprio animal e o levou para uma pensão, onde cuidou dele. Figura 11 (erguer o rostinho alegre)

No dia seguinte, entregou duas moedas de prata ao dono da pensão, dizendo:
-Tome conta dele. Quando eu passar por aqui na volta, pagarei o que você gastar a mais com ele. (erguer o rostinho alegre)


Então Jesus perguntou ao professor da Lei:
-Na sua opinião, qual desses três foi o próximo do homem assaltado?
Aquele que o socorreu! -respondeu o professor da Lei muito envergonhado.
E Jesus disse: -Pois vá e faça a mesma coisa.

Aplicação
O amor não é apenas um sentimento. É uma decisão de se importar com outras pessoas e
considerá-las superiores a si mesmo, oferecendo ajuda quando estiverem em dificuldades.
Use alguns exemplos para mostrar reações negativas e outras positivas às necessidades, e peça
para as crianças erguer as carinhas dependendo da ilustração que você relatar.
Por exemplo diga:
·Uma criança andando de muletas, ela tem dificuldade de carregar o material da escola, uma criança
passa por ela e se desculpa dizendo que não pode ajudar porque esta muito apressada, outra criança
passa perto e ignora a criança de muletas, fazendo de conta que não esta vendo; uma terceira diz
palavras bondosas mas não toma qualquer atitude. Mas depois aparece uma quarta criança que com
muito amor pega o material da criança de muletas e os carrega e ainda se dispõe a fazer isso todos
os dias.
Peça agora para as crianças levantar a mão e contar alguma boa ou má atitude que tiveram com o
próximo. (as outras erguerão os rostinhos dependendo do relato)
Amor não é uma questão de palavras, mas de ação.
Se você ama realmente a Deus mostre o amor dEle a outros por meio de seus atos. O amor cristão
não é egoísta; ele busca sempre o melhor para todos. Tal amor é um presente de Deus e evidencia
que você e eu conhecemos Jesus como Salvador 
·O que teria acontecido com este judeu se o Samaritano não tivesse ajudado?
·Quem é o seu próximo?
·Tem alguma pessoa ou coleginha que você tem ignorado ajudar? Por quê? O que você pode fazer
por elas? O que você fará para mostrar o amor de Deus nesta semana?

Atividade: Fazer um cartão (do coração) com o texto Bíblico Chave.

Ilustrações _ O Bom Samaritano

Menino triste


Menino feliz


Figs  10, 9, 4


Figs. 5. 6 


Fig 7



Fig 8



Fig 2



Fig 3



Fig 11