Precursores do Espiritismo

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sábado, 21 de março de 2015

Tema : PACIÊNCIA - 4

OBJETIVO:
Reconhecer que a paciência é uma atitude que revela compreensão das dificuldades do próximo, gerando paz íntima e favorecendo o convívio humano.


Propor ao grupo sentar-se em silêncio e fechar os olhos, procurando perceber e identificar os sons do  ambiente. Depois de algum tempo, o grupo fala sobre os sons percebidos.
4.1- Perguntar:
– Se não estivéssemos em silêncio e com os olhos fechados para evitar distrações, será que teríamos percebido todos esses sons?
4.2- Ouvir o grupo e ressaltar que:
Ü Para percebermos bem qualquer situação de nossa vida, também precisamos fazer um silêncio  interior e “ouvirmos” o que acontece conosco; perceberemos melhor nossas dificuldades ou      fraquezas, acertos e erros.
Ü Quando saímos reagindo, brigando, fazendo barulho, deixamos de analisar corretamente os problemas e complicamo-nos ainda mais, ficando, às vezes, como que totalmente enrolados  numa rede de fios.
4.3- Narrar a história: A VIDA DE MARIA.
4.4- Analisar a história com o grupo:
– Vocês conhecem histórias de vida parecidas com a dessa Maria?
– Qual a dificuldade que Maria revelou desde criança?
– Será que em todos os empregos por que passou, as dificuldades e erros eram sempre dos outros?
– O gênio difícil e impaciente de Maria contribuiu para sua doença?
– Ainda que convivamos com pessoas difíceis, podemos melhorar a situação? Como?
– Quando sentimos compaixão pelas criaturas angustiadas, infelizes, perturbadas, passamos a ter mais paciência com elas? E isso nos faz mais calmos?
4.5- A partir das contribuições do grupo, concluir, comentando os conceitos que considerar mais adequados:
Ü A insatisfação, que traz revolta e impaciência, sempre complica a nossa existência: gera desentendimentos, injustiça com os filhos... (anexo 1)Ü As mães que são mais pacientes, com o seu exemplo, dão os filhos mais equilíbrio e tranqüilidade,  e tornam o lar mais harmonioso (anexo 2).Ü Quem sempre reage com agressividade, ainda que só em palavras ou em pensamento, vai destruindo a saúde, passando a ter doenças diversas. Quem já não ouviu alguém dizer:– “Minha pele coça desesperadamente sempre que fico nervosa... (A pele reflete nossas emoções)– “Fulano irritou-se e ficou vermelho como um pimentão... (A irritação traz distúrbios circulatórios, elevação da pressão arterial, podendo causar danos mais graves).
Ü Quando o orgulho não deixa reconhecer nossos erros, costumamos jogar a culpa nos outros.     Assim, continuamos com o orgulho, com agressividade, que, a cada dia, vão-nos conduzindo a dificuldades crescentes, às vezes até a loucura ou ao suicídio.Ü Ao contrário, quando fazemos uma reflexão honesta sobre nossas dificuldades e, principalmente se nos ajudamos com a oração, que tudo clareia, encontramos o caminho e as forças para a conquista da paz íntima (anexo 3).Ü Ser paciente não é concordar nem acobertar erros.Ü Mesmo aqueles que trabalham sob o comando de pessoas difíceis, poderão manter-se em paz, aproveitando a oportunidade de crescimento espiritual.
4.6- Discutir com o grupo meios práticos de desenvolver a paciência nas situações desafiadoras (anexo 4):
Como agir?
• Harmonizar-se interiormente; unir-se a Deus pelo pensamento.
• Dar um tempo (para superar as primeiras emoções) e analisar o problema de forma objetiva, sem desespero.
• Buscar soluções e as possíveis conseqüências de cada uma.
• Expressar seus sentimentos em paz, com serenidade, e sem ferir.
4.7- Refletir sobre o seguinte ensino do apóstolo Tiago (anexo 5):
   “... mas todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se  irar. Porque a ira  do homem não opera a vontade de Deus.”
Tiago(1: 19 e 20)  
5.1- Colocar, sobre mesa ou chão, um pote (de preferência baixo e largo) com areia, galhos, folhas e favas secas, que possibilitem um arranjo agradável. Propor a confecção, em grupo, desse arranjo. Cada um acrescenta o elemento que desejar e, ao final, o grupo avalia o resultado.
5.2- Refletir que, ainda quando nos sentirmos “secos”, como o material usado, pelas muitas lutas e dissabores, podemos “rearrumar” nossa vida com os materiais de que dispomos, imprimindo-lhe beleza, trabalho no bem e esperança.
6.1- Da forma habitual, visualizando uma cascata cujas águas lavam nossas aflições, nossos desencantos e deixando-nos leves, em paz e confiantes.
6.2- Meditar:
Deus é a fonte da minha paz . Unido a Ele serei sempre paciente.



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